|
||||||
|
Ao nascer meu filho Rodrigo Otávio Sobral de Góis Rosa Dias, eu e minha consorte escolhemos seu nome para homenagear nossos parentes pela parte paterna e materna, o jovem líder de seu partido, o deputado Rodrigo Sobral Rollemberg, considerado pela mídia do Sul do país como um dos melhores e atuantes deputados, despontando na lista de sucessão “ad futuro” como provável Governador do Distrito Federal.
Político sério e honesto, filho do ex-ministro Armando Leite Rollemberg (maior orador político do Partido Republicano de Sergipe). Discursava por mais de duas horas seguidamente, na presença dos tios, senador Júlio César Leite, dos médicos Silvio e Augusto César Leite, do usineiro e banqueiro, sócio do Banco de Crédito de Sergipe, Dr. Otávio Accioly Sobral e do sogro, o comerciante José Quintiliano da Fonseca Sobral.
Rodrigo Sobral Rolemberg é filho da bondosa e respeitável senhora, que teve 14 filhos, Teresa Sobral Rollemberg. É também neto de José Quintiliano da Fonseca Sobral (Zeca Sobral) e do Coronel José de Faro Rollemberg (conhecido por Zezé do Engenho “Topo”), todos descendentes de nossos ancestrais, Simeão de Menezes Sobral e de Rosa Cândida Dias Sobral, ele o primeiro Procurador Seccional da República em nosso Estado).
Também homenageamos nosso tio-avô, Dr. Otávio Accioly Sobral, proprietário do Engenho “Oiteirinhos”, filho do segundo matrimônio com Luisa Accioly do Prado Sobral com Simeão Teles de Menezes Sobral. Dr. Otávio era genro e parente tanto pela parte materna como paterna do Cel. Gonçalo Rollemberg do Prado, da Usina “Pedras”, que foi casado com Luiza Prado, nome idêntico da sua genitora. Eles não tiveram filhos e criaram seus sobrinhos, Fernando, Augusto e Aída Prado Leite, filhos do Senador Júlio Leite.
Voltamos também a registrar o nome de nossa filha, Maria Clara, homenageando todas as primas, tias e parentas do mesmo nome, inclusive a desembargadora Clara Leite, filha do médico Sílvio César Leite, oriunda da linhagem familiar do meu heptavô, o Barão de Estância, Antonio Dias Coelho e Mello, e de minha hepta-avó, Lourença Dias, Baronesa de Estância, e de Clara Barreto Sobral “Clarita” esposa do primo José Dias Sobral (Zequinha).
Dra. Clara Leite, além de ser filha do médico Sylvio César Leite, é pela parte dos Sampaio e Leites, oriundas também da linhagem do Marechal José Ignácio Vasconcelos de Moura Brandão, (Barão de Aracaju), pela união matrimonial entre parentes, repetindo o parentesco com nossos ancestrais e aos descendentes de minha primeira esposa em duplicidade com meus filhos do primeiro consórcio, já que é bisneta da Baronesa, minha hepta avó, Lourença Dias Rollemberg Leite (I), existiu outra Lourença Dantas Mello de Almeida Dias (II), lembrando ainda de Maria Clara Accioly de Menezes, genitora da matriarca Adélia do Prado Franco, é pertencente ao mesmo ramo familiar, mãe do Dr. Augusto do Prado Franco, e irmã do Coronel Flávio de Menezes Prado, proprietário do Engenho “Fortuna”.
Foi casada com o Dr. Albano do Prado Pimentel Franco, que constituiu numerosa família, destacando-se o Senador Walter Franco, José do Prado Franco “Zezé do Pinheiro”, Augusto, Flávio, Francisco, Manuel “Manelito” e a única filha mulher, Maria Augusta. Já os meus filhos do primeiro consórcio, com Cândida “Candinha”, neta de Cândida Dias Sobral do Engenho “Tartaruga” de Riachuelo. O Dr. Aldo Luiz de Menezes Dias, Advogado, concursado de nível superior da Procuradoria da República, que me deu o primeiro neto Arthur Luiz, filho da Dra. Cristianny Carla Macêdo de Almeida Dias, (sobrenome da Baronesa, Lourença Dantas de Mello de Almeida Dias, segunda consorte do meu heptavô, a terceira foi sua sobrinha, Francisca de Assis Dias de Mello.
O Barão de Estância, Antonio Dias Coelho e Mello, senhor do Engenho “Escurial”, Comendador da “Imperial Ordem de Cristo” e da “Ordem da Rosa”, recebeu o Baronato referente à Cidade de Estância por decreto de 18 de setembro de 1867, cuja propriedade Escurial ainda encontra-se na posse dos nossos parentes da família Rollemberg, desde a origem remota à filiação de sua filha Amélia Dias Rollemberg e de Adolfo de Faro Rollemberg, tia Amélia, nascida do primeiro casamento do Barão de Estância. A filha do segundo matrimônio, Aurélia Dias Rollemberg “Tia Sinhá” casou-se com o Senador Gonçalo de Faro Rollemberg, neto e tido erroneamente como homônimo do avô, o Barão de Japaratuba.
Antonio Dias Coelho e Mello ainda teve dois outros filhos, que foram Pedro Dantas de Melo e Anna Dias, que descendem ainda por casamento de Domingos Dias Coelho e Melo seu avô, e o trisavô do mesmo nome, oriundo dos Vieira de Melo, e com vínculo remoto desde o descobrimento do Brasil, com o terceiro Governador Geral, tudo isso registrados no site (Wikipédia a enciclopédia livre). Existiu outra descendente do clã, sua filha, do mesmo nome da Baronesa de Estância, a Sra. Lourença Rollemberg Leite, (I), genitora do médico Dr. Sílvio César Leite, nome idêntico da sua consorte, e também genitora do Senador Francisco Leite Neto, e do ex-governador José Rollemberg Leite, de Dr. Alfredo, e de Márcio Rollemberg Leite. Dona Guiomar Sampaio Leite, foi segunda consorte do Dr. Sílvio César Leite, genitora do Dr. Fernando Sampaio Leite e da Dra. Clara Leite.
A propriedade do Engenho “Escurial” passou por diversos herdeiros, hoje se encontrando nas mãos de Ana Amélia Barreto Rollemberg, jovem determinada, filha de Raul de Faro Rollemberg e de Natália Sobral Barreto Rollemberg, (casou em primeiras núpcias com Edgard de Faro Rolemberg, irmão de seu segundo marido Raul de Faro Rolemberg, tendo havido uma explosão em seu automóvel que se encontrava na garagem do Casarão das Rollemberg, hoje Palácio da Cidadania e Sede da OAB-SE, onde o mesmo faleceu em conseqüência da citada explosão. Ana Amélia é quem orienta seus filhos Raul Neto e Rachel a ter amor à sua propriedade, bem cuidada, que foi cenário de um filme brasileiro “Teresa Batista Cansada de Guerra”.
Referindo-me ainda a Cristianny, minha nora, também advogada, de nível superior, através concurso público da Procuradoria Geral da República, (ela ficou lotada na Cidade Passo Fundo no Rio Grande do Sul, grávida, jovem, longe de seu marido Aldo. O então Secretário Geral do Ministério Público Federal, Sr. Carlos Frederico Santos, não concordou em removê-la, alegando que ela, deveria esperar o concurso de remoção, para voltar à sua terra natal, e permanecer na cidade em que foi lotada por cinco anos, apesar dos apelos da Dra. Zélia Oliveira Gomes, atual Sub-Procuradora Geral da República, e da Ministra Eliana Calmon, (indicada para Presidir o Conselho Nacional de Justiça, CNJ em Brasília-DF). Em Brasília não esperei muito, peticionei perante a Justiça Federal do Distrito Federal, e conseguimos uma liminar em mandado de segurança e minha nora foi removida para a Procuradoria da República em Sergipe.
.Comentários |
.Post Anteriores |
| 25/08/2010 11:51 |
| A opulência oligárquica e remanescentes de um ciclo histórico - parte 2 |
| 18/08/2010 08:05 |
| A opulência oligárquica e remanescentes de um ciclo histórico - parte 1 |
| 05/08/2010 11:58 |
| Passionalidade, crime e lembranças amargas |
| 26/07/2010 11:46 |
| Episódios que repassamos no cadinho da nossa mente |
| 01/07/2010 11:32 |
| Uma lição da história e do Direito |
| 14/06/2010 11:49 |
| Um itinerário que nos interessa relembrar |
| 05/06/2010 11:41 |
| Lembranças gratulatórias |
| 24/05/2010 09:34 |
| Reminiscências Históricas de Um Passado Genealógico Patriarcal |