“Vó, vim almoçar”


Comida de vó: comfort

Comfort food do jeito que tem que ser

Quantas são as opções para viver uma experiência gastronômica hoje em dia? Milhares. Almoço sustentado por guindastes, jantares secretos, outros de olhos vendados, dentro de colégios… as opções são infindas e cada dia mais inusitadas. Mas… e se o simples e o afetivo também for uma experiência?

Comida de vó: comfort

Uma casinha com plantas, uma saleta com cadeira de balanço, cadeiras trabalhadas por ferreiros que denunciam a idade dos móveis, azulejos com arabescos. É assim a experiência na Comida Caseira da Vovó Dadá. E lá é assim ao natural, não houve qualquer trabalho pra conceber aquela atmosfera. Você realmente está na casa como ela é e de um jeito que nenhum decorador é capaz de produzir.

E a comida? Provamos o lombo de panela e a rabada. Um intervalinho: 3 pessoas comeram bem cada uma pagando R$ 9, – continuando. Salada simples, um excelente feijão em caldo, arroz e macarrão.

 

Aí vem a ciência que nem a Univerty of Cambridge foi capa de desenvolver: quando da travessa de rabada só sobrarem a louça com o caldo da carne, pegue o pote de farinha e polvilhe sobre usando uma colher para fazer leves movimentos pra um lado e pro outro com a seringueira mexendo o pescoço. Terás o que a alta gastronomia chamaria de crumble de rabada.

O crumble de rabada

A Casa da Vovó Dadá funciona no almoço, de segunda à sábado. E fica no Cirurgia. Entra na avenida Gentil Tavares, no trecho entre o Cefet (antiga Escola Técnica e a Madereira GPassos. Só que é do outro lado da rua, uma casa branca com um bannerzinho no portão. Se piscar, passa reto. Na esquina de uma ruela.

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