Na China, padeiro francês é preso por usar farinha vencida


A polícia chinesa na La Farrine (Shanghaiist)

E a gente aqui soltando quem mexe com farinha mais cara

O padeiro francês Laurent Fortin, de 48 anos, tá puxando cadeia na China com mais seis colegas de trabalho depois que a Administração de Alimentos e Medicamentos de Xangai deu um baculejo e fechou as quatro lojas da La Farine onde encontrou mais de 570 sacas de farinha importada – e vencida – da França.

Em março passado, um suposto ex-funcionário de rede foi na internet e denunciou práticas anti-higiênicas e a tal farinha vencida usada pela cadeia de padarias. De acordo com o Shanghaiist, o denunciante disse que a empresa usava farinha vencida e até mofada para fazer o pão vendido em suas lojas.

A La Farine emitiu uma nota dizendo que tinha sido um erro de comunicação, disse também que estava erroneamente usando as datas “melhores antes” fornecidas pelos fabricantes franceses do insumo, enquanto a China exige que as padarias sigam datas de validade mais rigorosas.

O dono da La Farine, Franck Pecol, só escapou de usar a pulseira de prata porque estava na França quando tudo aconteceu.

A família de Fortin diz que ele só começou seu trabalho em dezembro de 2016, e entrou de gaiato no navio, pois só estava trabalhando há alguns meses quando foi preso em março de 2017.

“Exigimos a libertação imediata de Laurent, bem como o envolvimento do governo francês”, escreveu o irmão de Farine na petição de Change.org para seu lançamento .

Se Fortin é condenado, ele pode ficar de 1 e 15 anos vendo o sol nascer quadrado.

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