Deputado Adelson Barreto Filho tem bens bloqueados pela Justiça


Tijoi Evangelista é deputado e réu na Operação Indenizar-se

A juíza da 3ª Vara Cível, Simone Fraga, declarou a indisponibilidade dos bens (conta bancária, veículo e apartamento) do deputado estadual Tijói Evangelista, conhecido como Adelson Barreto Filho, este que é um dos réus na Operação Indernizar-se, que investiga o desvio de verbas indenizatórias na Câmara Municipal de Aracaju. Um dos seus bens bloqueados é o seu imóvel, que custou R$190 mil e fica situado no Residencial Vida Bela, no bairro Santa Maria.

Adelson Barreto Filho foi acusado de apresentar à Justiça recibos no valor de R$ 4 mil 800 por mês, sem comprovar que efetivamente foi prestada assessoria jurídica do escritório de advocacia Elo Consultoria, Empreendimentos e Serviços LTDA, de Alcivan Menezes, que também é réu na Operação Indernizar-se.

Com isso, a Justiça determinou que seja decretada ao demandado de Adelson Barreto Filho, as penalidades de ressarcimento integral do dano, perda da função pública e demais sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, nº 8.429/92, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências.

Operação Indenizar-se

Na ação civil de improbidade administrativa, o Ministério Público de Sergipe requereu que os vereadores, ex-vereadores, advogados, o contador e os dois deputados estaduais sejam condenados ao pagamento de R$ 5 milhões, a título de ressarcimento ao erário público e R$ 25 milhões referente à indenização por dano moral coletivo.

Além das penalidades de ressarcimento integral do dano e indenização por dano moral coletivo, os promotores pediram que o juiz decrete a perda da função pública dos réus e que eles sejam proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia.

Réus

Os envolvidos que estavam no mandato 2013-2016 são: os deputados estaduais; Robson Viana e Tijói Evangelista (Adelson Barreto Filho); os vereadores Anderson Santos da Silva (Anderson de Tuca) e José Gonzaga de Santana (Dr. Gonzaga) os ex-vereadores: Adriano Oliveira Pereira, Agamenon Sobral Freitas, Carlos Max Prejuízo, Daniela dos Santos Fortes, Jailton Santana, José Augusto da Silva, José Ivaldo Vasconcelos Andrade, Renilson Cruz Silva, Roberto Morais Oliveira Filho e Valdir dos Santos, além dos advogados; Alcivan Menezes Silveira, Alcivan Menezes Silveira Filho, Richard Leon Freitas Silveira, Robson Barreto Santos e Pedro Ivo Santos Carvalho.

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