População de Neópolis sofre com obras inacabadas


Foto: arquivo pessoal

Interrompidas há mais de dois anos, a prefeitura não dá
um posicionamento de quando as obras serão finalizadas

Não está nada fácil para os moradores do Loteamento Cidade Nova em Neópolis. Isso porque as obras asfálticas (drenagem e pavimentação), estão inacabadas há exatos dois anos. De acordo com a comunidade, em meio a eleição, o prefeito na época Amintas Diniz parou a obra e começou a realizar outras em um povoado vizinho. Os moradores do loteamento revoltados fizeram um abaixo assinado, captaram fotos e vídeos com relatos de todo o transtorno vividos por eles e enviaram para Prefeitura e Ministério Público, porém, há denúncia de arquivamento de processo sem justificativa alguma.

 

As obras estão paradas há dois anos. Foto: arquivo pessoal

“Aqui na localidade são duas ladeiras que dão acesso a saída da cidade ao Conjunto Albano Franco e há outras pequenas ruas paralelas. Há uma rua principal que está interditada porque o ‘calçamento’ parou no meio da ladeira e a outra é bem precária o acesso. Há muitas obras com recursos federais e ao longo dos anos eles vêm sendo desviados. Entra prefeito, sai e nada acontece, como se fosse normal essa situação. Fora que os vereadores da cidade não investigam o motivo das obras não andarem”, denuncia um dos moradores.

Moradores precisam se virar nos 30. Foto: arquivo pessoal

PREFEITURA

O CINFORM entrou em contato com a prefeitura de Neópolis para prestar esclarecimentos. A secretária de gabinete da prefeitura, Lucimara Honorato, informou que a obra foi paralisada em 2016 por não ter licença da Adema, mas que atualmente já está com a licença e a obra será retomada ainda neste mês de setembro. Vale ressaltar que nessa última quarta-feira, 05, o prefeito e o vice-prefeito de Neópolis, Luiz Melo de França e José Miguel Lobo, tiveram seus mandatos cassados pela justiça eleitoral por terem atendido pacientes gratuitamente na cidade durante a pré-campanha, o que configura em abuso de poder e compra de votos. Ambos estão inelegíveis por oito anos.

Triste ver a situação do local. Foto: arquivo pessoal

 

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