“O ‘píer’ do rio que cai”


O píer era utilizado para embarque e desembarque de turistas para o passeio pelo rio

Um dos piers da avenida Ivo do Prado está em situação preocupante

O píer localizado próximo ao Iate Clube de Sergipe, na Avenida Ivo do Prado, sempre foi lembrado por ser local de embarque e desembarque para o tradicional passeio de catamarã pelas águas do Rio Sergipe. No entanto, a situação que vemos hoje é extremamente preocupante.

Tábuas soltas ou caídas põe em risco os pescadores que pegam ostras ali

Algumas tábuas de madeira que levam até o atracadouro caíram ou estão praticamente soltas. Já os guarda-corpos, feitos com concreto armado, em muitas partes do píer já não existem mais ou estão pendurados.

Já próximo ao atracadouro, os problemas continuam. As grades estão danificadas e enferrujadas, apresentando um grande risco a quem tenta chegar mais próximo do leito do rio.

As grades que dão acesso ao atracadouro estão danificadas e enferrujadas

Todos os problemas que listamos acima, obrigaram o empresário Hamilton Nascimento a mudar o local de embarque e desembarque do seu catamarã, que na alta temporada faz, em média, 12 viagens mensais pelo leito do rio levando turistas de diversas partes do Brasil e do mundo. “Hoje o nosso embarque e desembarque está sendo feito na Ponte do Imperador porque precisamos dar conforto e segurança aos nossos passageiros. Além disso, eu tenho que cumprir as normas da Capitania dos Portos”, comenta.

Boa parte dos guarda-corpos do píer caíram

A Nozes Tur, apesar de atuar há anos no píer, não possui a sua concessão. Por isso, a manutenção do local é um dever do Estado e não da agência de turismo. Ainda segundo Hamilton, existe uma promessa de reforma feita pelo governo, mas até agora nada foi feito.

A equipe do CINFORM tentou entrar em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) para saber mais informações sobre os planos do governo para o píer e quando foi realizada a última reforma do local, mas, até o fechamento desta reportagem, não houve qualquer resposta da assessoria.

A falta de manutenção expõe a estrutura de aço dos guarda-corpos
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