Crescimento nas lojas de conveniência


Lojas de conveniência precisaram mudar para atender os clientes

Lojas de conveniência de postos de gasolina se transformam em minimercados e trazem mais comodidade aos clientes

Para atender as necessidades dos seus clientes, que hoje vivem uma rotina cada vez mais corrida, as antigas lojas de conveniência dos postos de combustíveis precisaram mudar. Se transformaram em verdadeiros minimercados e hoje se tornaram a escolha de várias pessoas que veem nelas uma opção às filas dos grandes supermercados ou mesmo aos mercadinhos de bairro.

Além de venderem lanches rápidos, como sanduíches, biscoitos e chocolates, e bebidas, hoje as lojas de conveniência vendem congelados, brinquedos e, até mesmo, utensílios para casa. “A variedade das lojas de conveniência superam muitos mini mercados e até hipermercados. Dependendo do bairro e do tamanho dessas lojas, encontra-se de tudo. Se procuro um presente na ida para um chá de casa nova, ou a resistência do chuveiro elétrico, quem sabe até um eletrodoméstico arrojado, já sei que ‘bater’ numa conveniência é ponto certo”, comenta o jornalista Josafá Carvalho.

De lanches rápidos à utensílios para a casa

Para o gerente operacional da primeira rede de lojas desse tipo no estado, Givaldo Abreu, alguns dos fatores que contribuem para o sucesso dessa modalidade de varejo são o fácil acesso, a variedade de produtos e os horários de funcionamento.

“Os consumidores aceitam muito bem essa modalidade de varejo que oferta uma grande variedade de produtos em um espaço menor, com fácil acesso e disponibilidade de dias e horários comuns a um minimercado. Eles consideram isso uma praticidade, fácil localização em seu dia a dia tão corrido”, comenta.

Givaldo Abreu, gerente operacional

TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO
Para Givaldo Abreu, esse segmento tende a crescer cada vez mais, uma vez que os clientes buscam cada vez mais facilidade e rapidez em suas compras. “A tendência é que o mercado amplie nesse segmento. O cliente cada vez mais procura por facilidade e rapidez em suas compras, sem burocracia para estacionar e ter acesso em qualquer hora e em qualquer dia da semana. E isso impulsiona o crescimento desse modelo comercial”, comenta.

Josafá Carvalho conta que, ao invés de fazer compras grandes, prefere comprar coisas quando sente necessidade, e, devido a sua rotina, as lojas de conveniência acabam se tornando uma saída prática e cômoda por estarem abertas inclusive nas madrugadas e oferecerem preços competitivos em diversos itens.

Josafá Carvalho, jornalista

“Normalmente não faço compras de mês ou de semana, como costuma-se falar, então vou comprando conforme falta ou sinto necessidade. E os horários são os mais inusitados, pela minha rotina de trabalho, já que as madrugadas são meu momento mais produtivo em Home Office. Além de estarem 24 horas abertas, lá posso encontrar desde a pipoca para um filmezinho, passando pela mostarda especial para um sanduíche, até um espumante para o fim de semana em que prefiro a paz de casa. Além disso, gosto do preço competitivo de alguns itens, do atendimento rápido e da praticidade de sempre saber que encontrarei a loja aberta, inclusive nos feriados”, comenta.

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