EDITORIAL: Não é vandalismo, é terrorismo



A onda de violência que se abate sobre o país, que teve como mais recente capítulo os atentados no vizinho estado do Ceará, só vai sofrer revés quando pararem de denominar esses atos criminosos como sendo vandalismo.

Os vândalos, povo germânico da Escandinávia,conquistavam terras e cidades, porque tinham como traço de sua cultura a expansão territorial e o domínio sobre outros povos. Eles não agiam de forma diferente, por exemplo, da adotada pelos romanos. Eles permaneceram em longos períodos de guerras até que se adequaram ao modo de vida moderno.

O que ocorre no Brasil, quando turbas enfurecidas invadem comunidades, explodem ônibus e prédios públicos, atiram em pessoas nas ruas, não resta dúvida de que isso é ato de terrorismo, restando apenas à inteligência policial identificar os líderes e enquadrá-los como terroristas,submetendo-os à lei específica que trata desse crime.

Esses líderes, que têm sua atuação bancada pelo crime organizado, que, por sua vez, está intrinsecamente envolvido com grandes vultos do universo político, e que receberam treinamento de terroristas e narcotraficantes cubanos, venezuelanos e colombianos (FARC), criminosos que aportaram no Brasil nos últimos 15 anos,todos eles devem ser enquadrados e receberem penas conforme estabelece a Lei antiterrorista.

Esses meninos são descendentes diretos do Fórum de São Paulo, organização comunista que tentou montar no Brasil uma filial da República Bolivariana, sonho de narcotraficantes como Manuel Marulanda,que dividiu a presidência do Fórum com Lula, mesmo sendo um terrorista dos mais procurados no mundo.

Somos um país em que o bandido Marcinho VP lança livro e é bajulado pela grande mídia no Rio de Janeiro, pelas ONG se até pela Associação Brasileira de Imprensa,um sujeito que em um país sério estaria apodrecendo na prisão e em completo ostracismo, e não servindo de mau exemplo para adolescentes e jovens do Brasil.

Tratar esse pessoal com regalias de direitos humanos é desprezar o poder de polícia que detém o Estado, deixando que esses bandidos proliferem pelo país como ervas daninhas, sob o olhar complacente das autoridades, sob o guarda-chuva de ONGs protetivas ligadas a organizações internacionais, cujo objetivo é acobertar o processo de desmantelamento do Brasil,fenômeno que acontece a olhos vistos.


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