Segurança Eletrônica é com a Smart Seg


Acima, câmera capta imagens durante o processo de segurança eletrônica (Fotos: Vieira Neto)

“Sempre quis montar meu próprio negócio. Para isso, optei por estudar, fazendo cursos na área de tecnologia. E também por aceitar todos os desafios profissionais que me possibilitassem o aprendizado do mercado”

Bruno Leandro Dias Paixão, 30 anos, proprietário da Smart Seg, é um empreendedor que não mede esforços para ofertar o que há de melhor em tecnologia na área de segurança eletrônica aos clientes. Com pouco mais de um ano no mercado, a Smart Seg, inaugurada oficialmente em meados de agosto de 2017, em um evento especializado – a Feira de Condomínios –, já arrematou cifras altíssimas em exatos 12 projetos.

Construída com embrião acadêmico, respaldada por quem cursou Engenharia de Telecomunicações e Redes de Computadores, a empresa hoje conta com critérios técnicos desenvolvidos para oferecer o que há de melhor na área de segurança eletrônica aos clientes. Isto significa o aparato de câmeras de monitoramento com alta definição, tecnologia de fibra ótica com alcance infinito, estudo de campo do local em que estas câmeras serão instaladas, realizado no período de aproximadamente 10 ou até 15 dias (uma espécie de test drive), projeto com mapeamento de toda a área e com certificação (uma espécie de planta baixa, que fica com o cliente).

Na prática, isto tudo funciona da seguinte maneira: quem contrata a Smart Seg está contratando os serviços de consultoria em segurança eletrônica, e não somente a simples instalação de câmeras de monitoramento. Isto significa que a equipe – por meio de um mapeamento estratégico – irá, em conjunto com o cliente, descobrir quais são os locais em que a segurança é mais requisitada, quais são as áreas prioritárias.

O empresário Bruno Leandro Dias Paixão com equipe da Smart Seg

FIBRA ÓTICA E MAPEAMENTO

Um síndico, que procura a Smart Seg, por exemplo, vai poder “experimentar” o trabalho da empresa de Bruno, com todo o amparo de câmeras, de computadores, pelo período de 10 a 15 dias. É uma espécie de Test Driv da segurança eletrônica. A partir daí este síndico terá a ideia de como e onde essas câmeras serão instaladas.

O diferencial de Bruno, além, é claro, de trabalhar com fibra ótica, um material que possibilita o alcance infinito, é este – o de estar com o cliente durante todos estes dias, estudando a área, analisando. E não simplesmente instalar câmeras. O que a Smart Seg oferta é a mais respaldada consultoria em segurança tecnológica.

“Sempre quis montar meu próprio negócio. Para isso, optei por estudar, fazendo cursos na área de tecnologia. E também por aceitar todos os desafios profissionais que me possibilitassem o aprendizado do mercado”, esclarece Bruno. E acrescenta: “Mas acho que Deus tem um propósito para tudo em nossas vidas. Por isso penso prioritariamente na saúde financeira da minha empresa. Estabeleço uma retirada mensal para minha vida pessoal e todo o restante arrecadado fica na empresa, é para investimento na própria empresa”.

Acima, funcionário da Smart Seg verifica câmeras de monitoramento em condomínio da Barra dos Coqueiros

Atualmente a empresa tem 7 funcionários, que laboram sob todas as normas da segurança de trabalho, com os melhores capacetes, coletes e uniformes do mercado. E, de acordo com o proprietário, o Smart Seg já possui liquidez financeira para pagar todo o ano de trabalho de 2019.

Quem vê os detalhes e contabilidade acima pode até pensar que a sorte tenha ajudado Bruno. Mas nada “caiu dos céus” no colo do empresário. Pois o que os números acima refletem é visão, planejamento, astúcia empresarial.

Audacioso e arrochado na hora de negociar, mas mantendo os pés bem fincados ao chão, o empresário sempre soube que, antes de montar o próprio negócio, era necessário se preparar intelectualmente, traçar uma bem-elaborada estratégia de marketing, estudar a viabilidade dos nichos neste mercado da segurança eletrônica, ter recursos financeiros, possuir, enfim, escopo para fazer com que o empreendimento conquistasse o público. E, é claro, conhecer muitíssimo bem os concorrentes dele, sabendo, óbvio, quais seriam os pontos fortes e fracos destes concorrentes.

HISTÓRIA DE VIDA

A história de Bruno, porém, não começou agora. Porque cada um destes aspectos foi amplamente trabalhado pelo empresário anos anteriores à fundação da Smart Seg, desde a escolha dos cursos tecnológicos até a busca por um nicho específico no mercado na área da tecnologia, que envolve itens tão diversos como a segurança eletrônica e as telecomunicações.

Para entender essa trajetória o leitor precisa, portanto, conhecer um pouco mais da vida desse empresário. Hoje dono da Smart Seg, Bruno começou a trabalhar com informática em 2008, quando a função de formatar computadores costumava dar muito dinheiro. Na época, o empresário estudava Gestão de Tecnologia em cursos tecnológicos e profissionalizantes no Senai.

Entre o período de 2008 a 2012, Bruno trabalhou em uma multinacional. Em 2013, o empresário começou um novo desafio, o de montar e reestruturar toda a arquitetura de redes da Alma Viva aqui em Aracaju. Isto porque, à época, ele era uma das poucas pessoas com a certificação do Cisco, um selo de qualidade na área tecnológica.

Sala de monitoramento projetada especialmente para condomínio

Depois, o empresário foi contratado pela América Móvel, a proprietária da Embratel, Net, Claro. Lá, o empresário trabalhou como analista e ficou responsável pela manutenção da central de dados de Sergipe, administrando a internet de 60 mil clientes em Aracaju. E foi nesta época que Bruno sentiu vontade de empreender e se “arriscar” no próprio negócio. A decisão foi pela montagem de um provedor de internet no bairro Siqueira Campos.

TRAJETÓRIA NA INTELBRAS

Mas, enquanto organizava a própria empresa, meados de 2016, Bruno também se viu tentado a aceitar um convite para trabalhar na maior empresa fornecedora de equipamentos na área de segurança eletrônica, a Intelbras. Com sede em Santa Catarina, a empresa catarinense precisava de um instrutor de treinamentos técnicos que pudesse atender todo o Nordeste. Era uma proposta tentadora.

Ao entrar na Intelbras, os desafios e o aprendizado era tamanho, que o empresário traçou um plano: trabalhar por 2 anos e absorver o máximo de conhecimentos possíveis na área de segurança eletrônica. E Bruno seguiu à risca o planejamento. Até avançou em outras regiões do país que não fossem o Nordeste. Ministrou cursos nas cidades de Belém, Manaus, Santarém, Rondônia, São Paulo, Rio, Belo Horizonte.

Neste momento, o leitor pode estar se questionando. Afinal, o que significa segurança eletrônica? Pois bem, esta é a área que envolve todo o amparo tecnológico formado por câmeras de filmagem com alta definição e que conseguem, assim, deixar a vida das pessoas mais seguras. Os próximos passos a serem dados em 2019, 2020 e 2021 são para tornarem a empresa uma líder do mercado nacional.

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