Fotografia é tendência na decoração


Na hora de decorar quadros são sempre uma excelente opção para enfeitar as paredes e trazer um pouco de arte para dentro de casa, nos últimos anos as pinturas começaram a ser substituídas por fotografias na hora de decorar, paisagens, flores, objetos, fotografias abstratas estampam as paredes e podem ser passadas de geração em geração.

O fotografo e arquiteto, Gilton Rosas, um dos fotógrafos da galeria Plural Mais comenta sobre o mercado de fotografias no estado. “A fotografia hoje é uma tendência no mercado, qualquer feira de arquitetura e designer que tem e podemos ver. O mercado de Salvador, São Paulo, Recife vendem, Sergipe antes precisava comprar fora, mas agora a gente já tem a primeira galeria de fotografia padrão fine art”, diz.

Gilton explica que na hora de decorar é preciso de atenção na composição. “É preciso sempre procurar a melhor composição do ambiente com a fotografia que vai encaixar, nem toda fotografia encaixa com todo ambiente, eu não tenho condições de pegar uma fotografia destinada a cozinha, por exemplo, uma fotografia de uma abobora ou de verduras para colocar em uma sala de estar, ela não vai ornar”, explica.

Para a escolha da fotografia há uma conversa entre o cliente, o responsável pelo projeto e o fotografo. “Antes de tudo tem uma entrevista com o cliente, eu preciso conversar com meu cliente, o que é que ele vai querer, qual a composição que ele vai querer, o que ele gosta, de uma paisagem, de mar, de rio, de uma fotografia abstrata, o cliente dá a direção. A partir daí entra o profissional, como o arquiteto sabe mais ou menos o tipo de fotografia, e conversa com o fotografo, eu faço visita técnica”, conta.

Padrão Fine Art

A galeria Plural Mais segue o padrão fine art, para isso é necessário seguir algumas regras como explica Gilton Rosas. “Não há nenhuma fotografia que é impressa em papel fotográfico, todas são impressas em papel algodão, 310 gramas, vou exemplificar, uma colcha de cama a gente compra a partir de 180 gramas, uma fotografia com 310 tem muito fio, melhora a qualidade. A durabilidade é de 200 há 300 anos se for respeitada a moldura padrão, nenhuma das fotografias recebe tinta, é uma pigmentação mineral. O studio de impressão tem que ter a cor da parede calibrada, a luz calibrada, a impressora e o monitor calibrado para que você veja o azul como azul, não como verde, por exemplo”, destaca.

A impressão é realizada no tamanho que o cliente quiser, cada fotografia na galeria possui uma tiragem de impressão que vai variar de acordo com o fotografo.

Gilton ainda destaca os cuidados necessários para manter a fotografia intacta. “Nós aqui da Plural Mais entregamos todas as fotografias emolduradas em Sergipe, porque a pessoa não pode tocar na fotografia pronta. Um outro ponto é a moldura, ela tem que ter padrão fine art, tudo tem que ser ph neutro, não pode pegar humidade, temperatura alta. E na casa do cliente o local principal é aonde não pegue sol, porque se pegar sol ela queima, não pode ter nenhuma incidência de raio solar nessa fotografia”, comenta.

Gilton destaca que além desses detalhes a fotografia não pode encostar no vidro da moldura. “Vamos supor que daqui a quinze anos eu queira mudar a minha moldura, na hora que vou retirar ela está colada no vidro, então tem que estar espaçada”, conta.

Outro destaque da galeria Plural Mais é que o acervo de fotografia e baseado em paisagens sergipanas como explica o fotografo e arquiteto Gilton Rosas. “A Plural Mais tem uma essência que é fotografar Sergipe, mostrar ao sergipano que Sergipe pode ir para as paredes. Porque você vai colocar uma fotografia de uma ponte de Nova York se aqui em Sergipe nós temos várias pontes e pontes bonitas? ”.

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