EDITORIAL: “Liberação das amarras ideológicas”


Durante a transmissão de cargo de comandante do Exército Brasileiro, no último dia 11, o General de Exército Eduardo Dias da Costa Vilas Bôas declarou, em discurso flamejante, que, com a eleição de Jair Bolsonaro para presidente do Brasil o país conseguiu, finalmente, a “Liberação das amarras ideológicas”.

De que amarras ideológicas o velho general falou, ele que é um dos sobreviventes e testemunha dos anos de luta contra o ideário comunista, doutrina bolchevique que envolveu estudantes, professores, uma banda da Igreja Católica e até uma parte considerável das próprias Forças Armadas?

Falava, é claro, da inclinação esquerdista que alienou expressiva parcela de uma população intelectualmente subdesenvolvida, pois que fora subtraída pela falsa doutrina comunista que promete tudo e nada entrega, a não ser aos donos do poder, tão logo se instale em qualquer país do mundo.

A doutrina marxista é insidiosa, ela se aproxima de mansinho, como orientou o líder italiano Antonio Gramsci

De orientação e patrocínio russos, os comunistas pretendiam instalar no país uma ditadura do proletariado, da mesma forma que se instalou na Rússia, com milhões de patrícios torturados e mortos, propriedades destruídas e roubadas, mulheres estupradas, crianças assassinadas e os sobreviventes expulsos do país, muitos deles se refugiando na vizinha Turquia, depois de atravessarem em desespero a Criméia e o Mar Negro.

Os esquerdistas parecem ignorar tudo isso, então, leiam “Kurt Seyt e Shura”, romance escrito, após robusta pesquisa, pela neta de sobreviventes da chacina que se instalou naquele país, em seguida à malsinada revolução de 1917, quando os vermelhos tomaram o poder e assassinaram friamente a família do Czar Nicolau II, com sua esposa, suas filhas e seu filho, crianças trucidadas por bandidos da ideologia esquerdista.

A doutrina marxista é insidiosa, ela se aproxima de mansinho, como orientou o líder italiano Antonio Gramsci, que defendia jamais discutir com capitalistas. Simplesmente, eles devem ser enganados e, caso isso não dê certo, mortos.

Ou, como pregava o bandido Che Guevara, que ganhou até nome de escola no Rio de Janeiro, além de cartilhas nas escolas do MST: “Até agora os camponeses não foram mobilizados, mas, através do terrorismo e da intimidação, nós os conquistaremos”. Outro sanguinário, Mao Tsé-Tung, idolatrado pelos incautos, pregava: “O comunismo não é amor. É o martelo com que esmagaremos nossos inimigos”. Outro criminoso, Vladimir Lenin, ensinava: “Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas”.

Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas”.

Pois bem, é da libertação dessas amarras ideológicas que falou o velho general, quando passou a acreditar em um novo Brasil, em uma oportunidade para que o pavilhão nacional volte a ser desfraldado nas escolas e repartições públicas, pelos mais remotos recantos do país, e no coração e alma dos brasileiros.

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