Acelera na evolução


(Fotos: Divulgação)

Oitava geração do Porsche 911 Carrera chega ao Brasil em maio, com preços a partir de R$ 679 mil

por Daniel Dias/Agência AutoMotrix

Com as inegáveis vocação esportiva e trajetória histórica icônica, mas com uma nova releitura moderna, mais potente, mais rápido e mais digital, o Porsche 911 em sua oitava geração desembarca no Brasil em maio. Os preços não permitirão que sejam vistos com facilidade nos engarrafamentos nacionais: R$ 679 mil para o Carrera S e R$ 719 mil para o Carrera 4S. A versão conversível S Cabrio custa R$ 729 mil e a 4S Cabrio, R$ 769 mil. Os modelos já podem ser encomendados nos Porsche Centers de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Ribeirão Preto (SP) e Belo Horizonte (MG).

A nova geração do 911 tem motor horizontal 3.0 biturbo de seis cilindros com 450 cavalos de potência, um acréscimo de 30 cavalos em comparação à versão anterior, e 54 kgfm de torque, associado à transmissão automática PDK de dupla embreagem e 8 velocidades ou manual de 7 marchas. Conforme a fabricante alemã, o 911 Carrera pode chegar a 308 km/h de velocidade máxima na versão 4S (com tração integral) e a 306 km/h na configuração com carga motriz apenas nas rodas traseiras, que acelera de zero a 100 km/h em 3,7 segundos, enquanto o Carrera 4S precisa de 3,6 segundos para atingir a marca. Se a escolha for pelo pacote Sport Chrono, o número cai para 3,4 segundos. “Estamos apresentando para o brasileiro a oitava geração do nosso esportivo mais emblemático, que carrega a clássica engenharia minuciosa e inovações tecnológicas. O novo Porsche 911 materializa a qualidade, o design, a velocidade e a liberdade que todos os fãs da marca almejam”, diz Andreas Marquardt, diretor-presidente da Porsche Brasil.

O novo 911 Carrera tem características clássicas em seu design ligadas ao estilo das primeiras gerações do esportivo, como o capô em forma de concha acentuada em declive na direção da frente, como os acionados pelo carro exigem. A partir dessa geração, a traseira tem a mesma largura em todos as configurações, ressaltando a seção central mais esguia. Na frente, a carroceria é 45 milímetros mais larga. Caixas de roda mais musculosas encobrem as dianteiras de 20 polegadas e as traseiras com 21 polegadas. Nas quatro versões, o 911 tem a parte de trás dominada pelo defletor com posição variável consideravelmente mais largo e pela elegante faixa luminosa contínua. Com exceção da frente e da traseira, toda a carroceria é construída em alumínio.

O interior inteiramente novo também foi inspirado nas primeiras gerações do 911. O painel tem linhas definidas e retas com os instrumentos embutidos e o conta-giros colocado na parte central. A tela do PCM agora tem 10,9 polegadas e pode ser operada intuitivamente sem provocar distração, graças à nova arquitetura. Afixada abaixo dela, há uma unidade compacta de interruptores com cinco botões que dão acesso a importantes funções do veículo.

Para a oitava geração de seu ícone, a Porsche desenvolveu um modo Wet (molhado), incluindo de série no 911. A função detecta água na estrada, pré-condiciona os sistemas de controle a essa condição e alerta o motorista, que pode então regular o veículo e dar atenção especial à segurança com um simples apertar de botão ou se utilizando de seletor de modos localizados na direção – semelhante aos complexos volantes dos carros da Fórmula-1 atuais –, e integrante do pacote Sport Chrono. O sistema de alerta à assistência de frenagem verifica o risco de uma colisão com objetos móveis e dá início a uma parada de emergência caso o dispositivo conclua ser necessário. O Night Vision Assist, com câmera de imagens térmicas, é oferecido pela primeira vez como opcional no 911 Carrera. O controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático) adaptativo calcula automaticamente a distância de outro veículo e põe o carro em alerta. O 991 conta ainda com o stop&go – que desliga o motor e volta a acioná-lo em rápidas paradas de trânsito, para economia de combustível –, e a função autônoma de assistência de emergência – entra em ação quando identifica sintomas de fadiga no motorista, alertando-o para uma parada do veículo.

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